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Mitos e verdades sobre limpeza química industrial

Existem muitos mitos e verdades quando se fala em limpeza química de equipamentos industriais. O processo envolve a descontaminação de superfícies internas de tubulações e equipamentos em aço inoxidável, removendo óxidos e contaminantes inorgânicos ou orgânicos, por isso deve ser realizado por profissionais de confiança e por empresas que tenham experiência no mercado.

Anteriormente falamos sobre como a limpeza química pode maximizar a produção na indústria, e neste artigo vamos trazer algumas informações extremamente relevantes para quem quer entender mais sobre o processo e desmistificar informações sobre o tema.

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É mito, por exemplo, quando se diz que a limpeza química ataca, corrói e fura tubos dos equipamentos. A verdade é que é preciso ficar atento e realizar o procedimento com uma empresa qualificada, que conta com equipamentos de alta tecnologia, inibidores de corrosão e equipe treinada para realizar o acompanhamento de campo durante todo o processo, garantindo assim a integridade dos equipamentos através dos limites e tolerâncias das taxas de corrosão.

“O maior agente causador dos furos que são revelados durante uma limpeza química, quando eles ocorrem,  é prioritariamente  o depósito que há muito tempo foi sendo formado na superfície metálica desses equipamentos,  sem tratamentos adequados da água de refrigeração ou alimentação. Desta forma, vão aumentando cada vez mais, ultrapassando espessuras em milímetros, que provocam o  tipo de corrosão conhecida como Corrosão sob depósito, que gera pits, conhecida popularmente como furos.”, esclarece Asdrúbal Alvim, Diretor Técnico e fundador da Hidro Química.

Uma informação que circula e que precisa ser esclarecida é que a limpeza química gera efluentes poluentes que são inimigos do meio ambiente, porém é importante alertar que antes de qualquer procedimento devem ser avaliados pontos em relação aos efluentes. Questões como: onde será feito o descarte? Qual empresa será responsável pelo transporte dos efluentes? Qual a empresa que vai receber e tratar dos efluentes, enquadrando-os conforme as exigências dos Órgãos de Proteção Ambiental como INEMA, IBAMA e CONAMA? Todos esses pontos devem ser analisados e executados, de preferência, pela própria empresa que executa a limpeza química, gerando, descartando e tratando seus efluentes, tornando-os amigos do meio ambiente.

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Outro mito é que o processo pode causar muitos acidentes devido ao uso de produtos químicos perigosos. Mas a verdade é que, assim como qualquer outro serviço na área industrial, é imprescindível o uso de equipamentos de proteção individual. EPI’s básicos, e também específicos a depender dos produtos que serão manuseados, do grau de ruído gerado nas áreas onde está sendo executado o serviço, dos procedimentos de segurança exigidos, do cumprimento das Permissões de Trabalho, a elaboração das Análises de Riscos, entre outros. “Em 36 anos de atuação no mercado não temos nenhum registro acidente oriundo de Limpeza Química”, comemora Alvim.

A Hidro Química atua no mercado de  limpeza química  de caldeiras e equipamentos de grande porte desde 1988 e o seu desenvolvimento tecnológico na área de remoção de resíduos, depósitos e contaminantes associados às pesquisas de inibidores de corrosão, compatibilidade entre solventes e metais e análises rápidas de campo, conferiram à empresa o recorde de menor taxa de corrosão à nível internacional.
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